Sistema de custeio e taxa-hora em fundição e usinagem.
Mapa de custos, centros produtivos e taxas-hora foram reorganizados. O projeto documentou aumento de 3 pontos percentuais na margem de contribuição e de 5 pontos percentuais no lucro líquido.
A Muvek atua com custos industriais, PCP e performance de chão de fábrica em operações metalmecânicas, fundições e usinagens que precisam conectar estruturas, roteiros, capacidade, rendimento, ferramental e apontamentos ao custo e ao prazo efetivos.
O escopo se adapta à configuração da planta. Algumas empresas integram fundição, tratamento térmico, usinagem e montagem. Outras operam apenas uma dessas etapas ou dependem de serviços externos críticos.
Metalmecânica, fundição e usinagem combinam transformação de materiais, operações sequenciais, recursos especializados e diferentes formas de perda.
Na fundição, rendimento metálico, composição da carga, canais, massalotes, retorno interno, consumo de energia, areia, macharia e refugo influenciam custo e capacidade.
Na usinagem, tempo de ciclo, setup, vida útil de ferramenta, dispositivos, inspeção, cavacos, retrabalho e disponibilidade dos centros produtivos alteram a leitura de custo por peça e por ordem.
Em caldeiraria, conformação, soldagem, tratamento superficial e montagem, o efeito pode surgir em horas de mão de obra, ocupação de equipamentos, consumíveis, operações externas, filas e estoque em processo.
Uma arquitetura setorial precisa reconhecer essas diferenças sem transformar toda a planta em uma taxa média.
O sistema de custeio precisa acompanhar o roteiro que cada produto efetivamente percorre.
A análise pode envolver custo de matéria-prima, ligas e componentes, rendimento metálico e retorno de sucata, canais, massalotes e perdas de processo, energia, fornos, utilidades e materiais auxiliares, centros produtivos e centros de apoio, taxas-hora por classe de recurso, setup, troca de ferramenta e preparação, insertos, ferramentas, moldes e dispositivos, tratamentos térmicos e superficiais, operações terceirizadas, inspeção, refugo e retrabalho, estoque em processo, e custo padrão e custo real por produto, lote ou ordem.
Ferramental não recebe tratamento único. Dependendo de propriedade, vida útil, materialidade e rastreabilidade, pode ser apropriado diretamente, absorvido por centro, depreciado, amortizado por volume ou controlado separadamente.
A taxa-hora também depende da finalidade do modelo. Capacidade nominal, disponível, prática e produtiva não são equivalentes. A Muvek confronta custos do centro, calendários, paradas, eficiência, utilização e roteiro antes de definir a base de absorção.
O PCP precisa coordenar materiais, operações internas, ferramental e serviços externos ao longo de roteiros que podem atravessar vários centros produtivos.
Na fundição, campanhas por liga, disponibilidade de forno, moldagem, macharia, tratamento e capacidade de acabamento podem limitar o plano.
Na usinagem, a restrição pode estar em máquina, dispositivo, ferramenta especial, programa, operador qualificado, inspeção ou operação terceirizada.
A revisão considera estruturas e versões, roteiros e tempos, lotes econômicos e técnicos, calendários, capacidade por centro, filas e tempos de espera, ferramentas e dispositivos como recursos, operações alternativas, terceirizações, sequenciamento, campanhas por material ou processo, prioridades comerciais, e aderência entre ordem liberada e capacidade disponível.
O objetivo é evitar que o MRP indique materiais para um plano que não consegue atravessar as restrições reais da fábrica.
A performance depende da qualidade dos eventos registrados na origem.
Setup, produção, parada, troca de ferramenta, inspeção, refugo, retrabalho, retorno de material e transferência entre centros precisam ser definidos com granularidade compatível com a decisão que a empresa pretende tomar.
A Muvek pode estruturar apontamento por ordem e operação, motivos de parada, causas de refugo e retrabalho, tempos de setup e ciclo, vida útil e consumo de ferramentas, rendimento metálico, quantidade conforme, movimentações de estoque em processo, gestão diária, indicadores por centro e família, e OEE quando o equipamento e o tempo planejado estiverem claramente delimitados.
O indicador não substitui a investigação da causa. Um desvio de ciclo pode decorrer de material, ferramenta, programa, fixação, método, operador ou condição da máquina.
No Método Muvek, o Planejado reúne estruturas, roteiros, tempos, taxas, capacidade e critérios de custeio.
O Executado reúne consumos, tempos, setups, perdas, refugo, retrabalho, operações externas e utilização efetiva dos recursos.
O Apurado reúne custo padrão, custo real, estoque em processo, margem, produtividade, capacidade e indicadores.
Confrontar essas dimensões permite localizar onde a fábrica deixou de ser representada pela mesma base.
Essas manifestações da Entropia Operacional aparecem com frequência no setor: uma única taxa-hora aplicada a centros com estruturas diferentes, custo padrão sem reconciliação com consumo, tempo e rendimento, refugo agregado sem causa ou etapa, ferramentas e dispositivos sem política de custeio, roteiros sem operações externas ou tempos de espera relevantes, ordens liberadas sem capacidade de recurso crítico, estoque em processo sem rastreabilidade por ordem, e divergência recorrente entre produção física, apontamento e estoque.
Mapa de custos, centros produtivos e taxas-hora foram reorganizados. O projeto documentou aumento de 3 pontos percentuais na margem de contribuição e de 5 pontos percentuais no lucro líquido.
Estruturas, roteiros, MRP, carga, apontamentos e estoques foram revistos em uma indústria metalúrgica. O projeto documentou 99% de pontualidade, redução de 25% na necessidade de capital de giro e aumento de 8 pontos percentuais na margem de contribuição.
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