Case

Validação operacional do MRP aproxima planejamento e chão de fábrica

Validação operacional e homologação funcional do MRP I no ERP existente.

ProcessosAutomotivaEm execução
Em execução

Projeto em execução. Frente relacionada: Performance.

Processos · Consultoria de PCP
Setores: Automotiva · Metalmecânica, Fundição & Usinagem

Porte: R$ 600 milhões/ano, manufatura seriada · SKUs: 3.200 ativos · Horizonte do projeto (em andamento): 12 meses

Contexto

Uma indústria metalúrgica da cadeia automotiva precisava validar o uso operacional do MRP I no TOTVS Protheus antes de ampliar sua utilização na rotina de planejamento. Os cadastros e roteiros tinham tempos defasados em cerca de 40%, e a fábrica ignorava as ordens do sistema, operando direcionada por urgências do comercial.

O desafio não era simplesmente habilitar uma função do sistema. Era verificar se dados mestres, parâmetros de negócio, apontamentos e rotinas de consumo permitiam que o processamento do MRP representasse adequadamente as necessidades da empresa.

O desafio

A empresa precisava criar evidências técnicas para homologar a aderência funcional do MRP, testar apontamentos de produção e baixas de materiais, capacitar PCP e PCM e preparar a engenharia para manter roteiros produtivos coerentes com a operação.

Ajustes técnicos de parametrização ou customização, quando necessários, permaneceriam sob responsabilidade da empresa, da TI e do fornecedor do sistema.

O que encontramos

Leitura do case pelas três dimensões hoje utilizadas no Método Muvek: Planejado, Executado e Apurado.

Planejado. O MRP deveria calcular necessidades de materiais a partir de dados mestres e parâmetros de negócio consistentes.

Executado. Apontamentos de produção e baixas de materiais precisavam ser testados contra os processos reais da empresa.

Apurado. Os resultados do processamento precisavam ser analisados, documentados e homologados antes da entrada em operação.

Como atuamos

Confrontar. Avaliamos base de homologação, cadastros, parâmetros de negócio, rotinas operacionais e cenários que poderiam afetar a aderência do MRP.

Estruturar. Definimos planos de teste, critérios de aceitação, evidências necessárias e requisitos funcionais para eventuais adequações, parte da consultoria de PCP da Muvek. A Muvek especifica o comportamento operacional esperado; a execução técnica de parametrizações, customizações e correções permanece com os responsáveis pelo sistema.

Validar. Conduzimos a validação operacional e a homologação funcional do MRP I, analisando o comportamento dos cálculos e das rotinas frente aos processos da empresa e acompanhando a validação das adequações implementadas por terceiros.

Sustentar. O projeto contempla capacitação de PCP e PCM, treinamento da engenharia para manutenção dos roteiros produtivos e acompanhamento da entrada em operação para transferência de conhecimento.

Status e entregáveis

Status: Em execução. Não publicar indicadores de resultado antes da conclusão técnica e da validação formal.

Os entregáveis previstos incluem:

  • Validação operacional e homologação funcional do MRP I
  • Testes documentados e evidências técnicas
  • Requisitos funcionais das limitações identificadas
  • Apoio técnico à homologação das adequações
  • Capacitação de PCP, PCM e engenharia
  • Entrada em operação assistida

O que mudou até aqui

O MRP deixou de ser tratado como função isolada do ERP e passou a ser validado contra dados mestres, apontamentos, consumo de materiais e processos reais. A tecnologia continua sob responsabilidade da TI e dos fornecedores. A Muvek responde pela aderência operacional entre planejamento e execução.

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